Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

"As praças ajardinadas à beira-mar"

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Praça General Osório, em Ipanema, antiga praça Ferreira Vianna. 7 de novembro de 1936, p. 43. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

"Campeãs do Tijuca T. C."

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“Senhorinhas Neusa e Lygia e, formando a trindade, Lygia, Airéia e Dulce, tão queridas no Tijuca Tennis Club”. Nadadoras tinham prestígio no jornal da praia. 7 de novembro de 1936, p. 42. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

"Preparando a geração de hoje"

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“Grupo tirado por ocasião da inauguração do Club Gymnastico e Athletico José Floriano Peixoto, o primeiro que surgiu em Copacabana”. A foto deve ser de 1907, data do aparecimento do clube. Sobre Zeca Peixoto: MELO, Victor Andrade de. Dicionário do Esporte no Brasil – Do século XIX ao início do século XX. Campinas: Autores Associados, 2007. Publicação da foto: 7 de novembro de 1936, p. 41. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

"Vista aérea do Arpoador"

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A ponta do Arpoador, “que os poetas cantavam com ênfase parnasiana, comparando-a ao bico de um condor que descansasse de um vôo de milhares de anos”, nas palavras de Théo-Filho, no romance Praia de Ipanema. 7 de novembro de 1936, p. 31. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

"No Arpoador"

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A voga dos banhos de sol aproximou os aquáticos das areias. 7 de novembro de 1936, p. 29. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de novembro de 2017

"Na piscina"

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Com a tomada das areias por multidões de banhistas nos fins-de-semana, segmentos da “aristocracia” copacabanense procuravam nas piscinas dos clubes e do Copacabana Palace uma forma de distinção. Leia mais no Capítulo 72. 7 de novembro de 1936, p. 28. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

"Na piscina"

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Nos clubes desportivos e nos estabelecimentos de ensino, as piscinas ganhavam crescente número de freqüentadores. 7 de novembro de 1936, p. 28. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de novembro de 2017

"Copacabana à hora do banho"

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Por essa década, banhistas de Copacabana estavam habituados ao sol de meio-dia e ignoravam esportivamente o horário oficial do banho de mar. 7 de novembro de 1936, p. 27. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

"Moderna higiene da infância"

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“Solário e clínica infantil do dr. Massillon Sabóia, à Av. Vieira Souto”. 7 de novembro de 1936, p. 27. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de novembro de 2017

"Horas de música"

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Alunos da pianista Zilah de Moura Brito, em audição no palacete da Sra. Schwartz, em Copacabana. 7 de novembro de 1936, p. 26. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

"Tennis"

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Quadras do Rio de Janeiro Country Club, “um dos mais elegantes e confortáveis centros de mundanismo de nossa capital”, onde “sportistas de ambos os sexos” podiam praticar “o nobre sport da raquete em pleno ar livre”. 7 de novembro de 1936, p. 25. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de novembro de 2017

"Flagrantes das favelas de Copacabana"

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A crescente visibilidade das favelas cariocas incomodava as elites letradas. 7 de novembro de 1936, p. 22. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

"Flagrantes das favelas de Copacabana"

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“(...) vão surgindo, nas encostas dos morros que emolduram a paisagem, as deselegantes favelas de casebres de telhado de folha de Flandres (...)”. 7 de novembro de 1936, p. 22. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 31 de outubro de 2017

"Flagrantes das favelas de Copacabana"

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“(...) onde se escondem as misérias do bairro mais chic do Brasil”. 7 de novembro de 1936, p. 22. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

"O Rio moderníssimo"

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Arranha-céus e banhos de sol: uma combinação que se generalizou no Rio de Janeiro dos Anos 30. Sobre costumes nessa época: SEVCENKO, Nicolau. A capital irradiante: técnica, ritmos e ritos do Rio. In NOVAIS, F. A.; SEVCENKO, N. História da vida privada no Brasil v. 3. República: da Belle Époque à Era do Rádio. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. Foto: 7 de novembro de 1936, p. 22. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de outubro de 2017

"Casa do Pobre de Copacabana"

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“As crianças da Secção Maternal na sala de aula”. Sobre pobreza e assistência social em Copacabana, leia mais no Capítulo 54. 7 de novembro de 1936, p. 19. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

"Casa do Pobre de Copacabana"

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“Os bebês no Solário da secção da creche, recebendo das mãos das enfermeiras uma das refeições diárias”. O solário era o lugar onde as crianças tomavam o banho de sol receitado pelos médicos para tratamento do raquitismo e prevenção de outras doenças. 7 de novembro de 1936, p. 19. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de outubro de 2017

"Casa do Pobre de Copacabana"

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“Edifício da sede e o prédio (ambos próprios) onde funcionam as várias secções da Casa do Pobre de N. S. de Copacabana”. Nos Anos 30, era forte o movimento de assistência social por iniciativa privada. 7 de novembro de 1936, p. 19. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

"Associação Feminina de Copacabana"

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Da esquerda para a direita: Margarida Lopes de Almeida, diretora literária; Adalzira Bittencourt, presidente; Annita Corrêa, diretora social; Maria de Lourdes Pires da Rocha, diretora artística; Nair Fontenelle, tesoureira; Hermínia de Souza Bastos, secretária; Carmenzita de Castro Neves, vice-presidente; Hilda Lobo, conselheira; Maria José Maximo de Alvarenga, conselheira; Rosa Bergstein, conselheira. 7 de novembro de 1936, p. 17. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de outubro de 2017

"Flagrantes"

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“Gentis senhoras e senhorinhas palestram aguardando a hora do banho”. 7 de novembro de 1936, p. 15. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

"Flagrantes"

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O descanso sob a sombra do guarda-sol. A mudança do costume praiano ensejou uma permanência prolongada sobre as areias. 7 de novembro de 1936, p. 15. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de outubro de 2017

"Flagrantes"

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“Flagrantes do Posto onde mais se conversa em Copacabana”. 7 de novembro de 1936, p. 15. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

"Galeria feminina"

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Ter a imagem do próprio rosto estampada nas páginas da imprensa, circulando por entre milhares de leitores, tinha se tornado um desejo de consumo para os membros da elite social. “Senhorinhas Zilda Fraga, Syderea d’Oliveira, Zélia, A. Correia, Helena Ronchi, Maria Eugenia de Franco, J. Rohr, Cremilda de Carvalho, Duce Bustamante, Ilka Dutra e Célia Baptista. 7 de novembro de 1936, p. 11. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de setembro de 2017

"A Serra dos Órgãos"

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Vista da baía de Guanabara. 7 de novembro de 1936, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

"O Rio visto de avião"

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Aterro da Ponta do Calabouço, que daria lugar ao Aeroporto Santos Dummont. Fotos aéreas sugeriam um novo modo de apreciação da cidade. 7 de novembro de 1936, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de setembro de 2017

"O Cruzeiro"

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Confiança e Boreal, fabricantes nacionais de “maillots” e roupas de banho. 7 de novembro de 1936, p. 7. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

"O Citro Bar Expresso do Posto 2"

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“(...) recomendamos aos nossos leitores este serviço que acaba de ser lançado em nossas praias, onde poderão tomar a melhor laranjada e outros refrigerantes como sorvetes, águas tônicas, salada de frutas, e saborear a nossa deliciosa laranja, a melhor fruta do mundo”. Na foto, a nova torre de vigilância do Posto II, recém inaugurada. Com instalação prevista para todas as torres, esses bares, porém, não chegaram a comemorar aniversário. Em 2017, quando os seis Postos de Salvamento de Copacabana completam seu primeiro centenário, pode ser oportuna a leitura dos Capítulos 31, 39, 61 e 73. Foto: 7 de novembro de 1936, p. 6. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de setembro de 2017

"Sabonete Fêno de Chimène"

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Cada vez mais frequentemente, a publicidade de produtos de beleza feminina recorria à praia como cenário de suas fantasias de bem-estar. 7 de novembro de 1936, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

"Clubes de Copacabana"

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O Clube dos Marimbás, recém inaugurado no Posto VI, projeto de Paulo Antunes Ribeiro. 7 de novembro de 1936, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de setembro de 2017

"Copacabana"

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Entre um mergulho e outro, dava tempo para colocar em dia os mexericos, bisbilhotices ou “potins” (termos que se usavam com freqüência para significar fofoca, fuxico). 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

"Copacabana"

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Até que se normalizasse o uso de esteiras e toalhas, o gosto pelo sol fez grudar muita areia sobre os corpos dos banhistas. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 29 de agosto de 2017

"Copacabana"

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A praia quase deserta: tornavam-se raros os momentos como esse, durante o dia, em Copacabana. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

"Copacabana"

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Sob os raios de sol, o novo costume praiano instituiu um espaço convidativo à expressão da alegria feminina. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de agosto de 2017

"Copacabana"

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O costume praiano mudou com muita velocidade: quinze anos antes, as banhistas não poderiam imaginar que se viria a freqüentar as areias de Copacabana com as pernas inteiramente de fora. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

"Copacabana"

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Um tempo maior para ficar na praia, sob o sol, sugeria passatempos como a leitura. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de agosto de 2017

"Copacabana"

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Com o costume do bronzeamento, os banhistas passaram a ficar horas na praia e o guarda-sol se tornou um equipamento indispensável para proteger a pele. 7 de novembro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

"Beira-Mar"

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Na capa da edição especial de aniversário de Beira-Mar não podiam faltar referências às belas banhistas de Copacabana. (Os editores anunciavam o 15º aniversário da publicação, mas na verdade Beira-Mar completava apenas 14 anos de idade). 7 de novembro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

"Beira-Mar"

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Praia e bronzeado. Os banhos de sol ajudaram a extinguir o preconceito que associava a pele bronzeada aos trabalhadores braçais, obrigados a desempenhar funções pouco prestigiadas, a céu aberto. 7 de novembro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

"Beira-Mar"

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Com o recuo da polícia de costumes, a presença dos “maillots” se estendia das areias para o passeio da Avenida Atlântica. 7 de novembro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de agosto de 2017

"Beira-Mar"

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Praia e família. A noção de que as praias de banho se destinavam preferencialmente às famílias ajudou a legitimar as mudanças de costumes que desafiavam o conservadorismo pudico. 7 de novembro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 28 de julho de 2017

"Beira-Mar"

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Praia e alegria. O gosto carioca pelas praias de banho ajudou a tornar anacrônico o repetido discurso segundo o qual o Rio de Janeiro era uma cidade triste, sem divertimentos. 7 de novembro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de julho de 2017

"Pitoresco aspecto da pedra da Itapuca..."

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“... e linda praia de Icaraí, o ponto preferido da sociedade de Niterói e dos turistas”. Itapuca era uma das predileções dos marinhistas, pintores e fotógrafos, desde o século XIX. 31 de outubro de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de julho de 2017

"Geladeiras e rádios"

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O novo hábito praiano do banho de sol repercutiu nos costumes de toda a sociedade, muito além do domínio das areias. A imagem sensual das mulheres jovens, em roupas cada vez mais curtas, servia já à publicidade de uma diversidade de produtos, cuja natureza nada tinha a ver com pernas de fora. 31 de outubro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de julho de 2017

"O posto de gasolina..."

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“... da rua Siqueira Campos com Avenida Atlântica”. 31 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de julho de 2017

"O busto do rei Alberto"

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A homenagem ao rei Alberto I foi erguida por subscrição de moradores de Copacabana empenhados em manter a memória da histórica visita ao Brasil realizada em 1920 pelo soberano belga. Durante a sua estada no Rio de Janeiro, ele compareceu todos os dias ao banho de mar do Posto VI, para alegria dos praianos. Agora o busto ganhava seu lugar definitivo, na Avenida Rainha Elizabeth (esposa de Alberto I). Leia DONADIO, P. “Bom mesmo é banho de mar”. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 3, nº 34, jul. 2008. p. 79-83. Foto: 17 de outubro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ligando Ipanema ao Leblon"

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Finalização das obras de construção da “ponte das Garças”, mais uma sobre o canal da Lagoa Rodrigo de Freitas, ligando as avenidas Epitácio Pessoa e Borges de Medeiros. 17 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de julho de 2017

"Preparemos as praias para o verão que chega!"

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“Os trabalhos de reforma do asfalto da Avenida Atlântica, no posto 2 (...)”.17 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de julho de 2017

"Será retirado o relógio da estação de bondes?"

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“O relógio da estação de bondes de Copacabana é o mais antigo relógio do bairro. O serviço que ele presta aos praianos é imenso. Por ele todos se orientam, todos acertam seus relógios e estão sempre dentro da hora...”. A velha máquina pedia aposentadoria à Light, empresa dos bondes. 10 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 30 de junho de 2017

"Cine Pirajá"

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Segundo cinema de Ipanema, recém-inaugurado pela empresa de Luiz Severiano Ribeiro. Em cartaz, “O galante Mr. Deeds”, de Frank Capra, lançado nesse mesmo ano. 26 de setembro de 1936, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 27 de junho de 2017

"A Procissão Marítima"

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“... da Confederação Geral dos Pescadores, durante os festejos consagrados ao Dia do Pescador”, 29 de junho, dia de S. Pedro. 19 de setembro de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).