Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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“Uma multidão alegre e buliçosa acorre ao chamado das ondas frias e aprazíveis...”. À medida que surgia na capital brasileira um gosto praiano pelo calor tropical, crescia a apreciação pelo “refrigério dos banhos de mar”. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de abril de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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Muitos banhistas preferiam permanecer na areia sob a proteção dos guarda-sóis. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de abril de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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“Nestes dias de calor e de sol, nada mais atraente do que o balancear convidativo das ondas...”. O gosto pelo sol na praia já se afirmava no Rio de Janeiro em meados dos Anos 20, mas a ênfase ainda estava nos banhos de mar. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de abril de 2011

“Ao sol”

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Crianças nascidas na década de 20 puderam ser educadas sob uma nova orientação com respeito à exposição dos corpos aos raios solares. 6 de dezembro de 1925, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de abril de 2011

“Ao sol”

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“Jovens banhistas, na praia de Ipanema”. 6 de dezembro de 1925, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de abril de 2011

“A revolta do mar”

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Trecho da Avenida Atlântica que a ressaca destruiu. 19 de julho de 1925, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de abril de 2011

“A revolta do mar”

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Théo-Filho escreveu sobre o espetáculo das ressacas e os “instantes de arrebatamento pelo grandioso, pela força, pelo épico, pela eloqüência dos elementos naturais”. Leia mais no Capítulo 28 (clique no título). 19 de julho de 1925, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de abril de 2011

“No Posto 2 (Leme)”

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“Lindo grupo de banhistas posando para o Beira-Mar”, conforme a legenda da edição de 18 de janeiro de 1925, p. 5 (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

“Ipanema”

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Na verdade, uma foto de Copacabana tirada do morro do Cantagalo. 17 de agosto de 1924, capa (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).