Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 31 de maio de 2011

“Gozando a boa temperatura”

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“Luiz, Lygia e Laércio, à sombra de uma ampla barraca de lona, na praia de Icaraí, saboreando a delícia de uma manhã de sol”. Filhos do casal Debrize. 6 de março de 1927, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de maio de 2011

“Ipanema vista de aeroplano”

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Vêem-se “os quarteirões compreendidos entre a Avenida Vieira Souto e as ruas Montenegro, Farme de Amoedo, Prudente de Moraes e Visconde de Pirajá”. À esquerda, o capinzal dificultando o acesso à praia. 20 de junho de 1926, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de maio de 2011

“Banhos de sol”

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A nova prática dos banhos de sol convidava à permanência dos banhistas sobre as areias, longe da sombra protetora dos guarda-sóis. 4 de abril de 1926, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

“A perigosa imundície de nossas praias”

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“Não é a primeira vez que lavramos o nosso protesto contra o estado lastimável de imundície em que se encontram permanentemente as nossas praias” – intervinha Théo-Filho na capa da edição de 7 de março de 1926. Leia mais no Capítulo 29 (clique no título). (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de maio de 2011

“A perigosa imundície de nossas praias”

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A poluição que ameaçava a praia de Copacabana não estava tanto nas águas, mas nas areias, nos pontos onde havia saídas de esgoto. 7 de março de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de maio de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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O antigo regime praiano resistia: os homens ainda não se apresentavam sem camisa e muitos permaneciam na areia vestidos de roupão. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de maio de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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A paisagem praiana comumente reunia banhistas e engravatados. Estes talvez fossem “mirones”, entretidos em apreciar o espetáculo do banho. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de maio de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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Sobre os primeiros anos da introdução do gosto solar no Rio de Janeiro, leia mais no Capítulo 34 (clique no título). 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de maio de 2011

“A praia... ao calor e ao sol”

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“A praia se torna então um jardim florido de melindrosas que trajam as mais lindas toilettes...”. Joelhos e ombros de fora na indumentária balneária feminina correspondiam ao avanço da “moda” dos banhos de sol. 24 de janeiro de 1926, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).