Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 28 de junho de 2011

“Praia Club”

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Cadeiras de vime nas areias de Copacabana eram vistas com freqüência nessa época. 2 de outubro de 1927, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de junho de 2011

“Praia Club”

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Sócios durante “os admiráveis festejos que marcaram com letras de ouro o início da vida do glorioso e aristocrático Praia Club”. 2 de outubro de 1927, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de junho de 2011

“Praia Club”

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“Aspectos da inauguração”. Barraca do novo clube nas areias do Posto IV. 2 de outubro de 1927, p. 10. Leia mais sobre o aparecimento dos clubes praianos no Capítulo 33 (clique no título). (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de junho de 2011

“Atlântico Club”

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Uma “Noite de Elegância” reunindo sócios do recém-fundado clube do Posto VI. 2 de outubro de 1927, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de junho de 2011

“Já começa...”

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“Na altura do posto 5, as ondas recomeçaram a demolir a amurada do cais da Avenida Atlântica”. A ação destruidora das ressacas se aproximava dos quarteirões da praia, já densamente ocupados por casas e palacetes. 7 de agosto de 1927, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

“As falhas da CIL”

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“A altura do cais da Avenida Atlântica, em certos lugares. Vê-se perfeitamente a falta que fazem as escadinhas misteriosamente desaparecidas”. 3 de julho de 1927, capa. Essa diferença de nível entre a calçada (o “cais”) e a praia se observa bem na foto postada em 10 de maio deste ano. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de junho de 2011

“Posto 4”

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Posando para a foto. 8 de maio de 1927, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de junho de 2011

“Posto 4”

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“Olhando os que se banham”. 8 de maio de 1927, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).