Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 29 de julho de 2011

“A Festa da Sombrinha”

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Théo-Filho: “Nas barraquinhas, espalhadas pela cintilante praia, estua de contentamento o seio das Deusas transbordantes de mocidade, de prazer, de vida”. 20 de novembro de 1927, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de julho de 2011

“A Festa da Sombrinha”

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Nos primeiros anos da introdução dos banhos de sol, o novo gosto pelo bronzeamento da pele conviveu com o uso da sombrinha, equipamento consagrado no tempo, então recente, da valorização da alvura da pele. 20 de novembro de 1927, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de julho de 2011

“A Festa da Sombrinha”

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A festa criada pelo Praia Club girava em torno de um concurso de sombrinhas. 20 de novembro de 1927, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de julho de 2011

“Vista geral do Posto 6”

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Anunciando “a entrada da estação balneária”, o Atlântico Club movimentava o Posto VI. “De toda a parte acorriam bandos de moças e rapazes elegantemente trajados ou em roupas de banho, dando à praia um movimento e uma vivacidade dignos de nota”, narrava Théo-Filho. 20 de novembro de 1927, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

“O verão no Posto 6”

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No início da estação, sócios do Atlântico Club, sob a proteção de barracas e guarda-sóis. 20 de novembro de 1927, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de julho de 2011

“A seleta platéia...”

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“... que assistiu à última Hora de Arte do Atlântico Club”. Os clubes praianos introduziram em Copacabana a moda das “Horas de Arte”, quase sempre um recital de poesia ou música, entre um baile e outro. 6 de novembro de 1927, p. 14. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de julho de 2011

“O valente 1º team do Posto 6”

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“Campeão de 1927 da Liga de Amadores de Foot-ball na Praia”. Surgiu em Copacabana, nesse ano, a primeira federação dedicada ao futebol na areia. Leia mais sobre o assunto em “Foot-ball na areia e banhos de sol no Rio de Janeiro (1917-1940)”, artigo publicado em junho deste ano na Recorde: Revista de História do Esporte (clique no título). 23 de outubro de 1927, p. 37. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de julho de 2011

“Aí está o verão”

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“A praia, pela manhã, agora que o verão chegou...” O Rio de Janeiro se inscreve na tradição balneária européia que instituiu o verão como a estação própria dos banhos de mar. 23 de outubro de 1927, p. 25. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

“Mocidade forte!”

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“É a mocidade de Copacabana, que sabe gozar a praia, em roupa de banho, entregando-se aos exercícios corporais que fizeram a grandeza da Grécia e de Roma”. 23 de outubro de 1927, p. 2. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).