Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

“Praia do Leme”

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Posar para a foto do jornal praiano se tornava um programa divertido. 24 de fevereiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

“Praia do Leme”

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Um dos “alegres grupos de banhistas em pose especial para o Beira-Mar”. 24 de fevereiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de novembro de 2011

“Os arranha-céus de Copacabana”

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O jornal Beira-Mar, representante dos interesses do comércio de Copacabana, dava boas vindas aos prédios de apartamentos. Théo-Filho defendia a nova arquitetura como “o gênero de habitação social-familiar mais compatível com os balneários elegantes”. Leia mais no Capítulo 37 (clique no título). 20 de janeiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

“Os arranha-céus de Copacabana”

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A altura dos primeiros prédios de apartamentos da cidade – “rasga-céus” – ia de quatro a doze andares. 20 de janeiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

“Os arranha-céus de Copacabana”

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Nessa década começaram a se erguer os primeiros “arranha-céus” em concreto armado no Rio de Janeiro. Em 1928, apareceram em Copacabana, nas vizinhanças do Lido. 20 de janeiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

“A Festa da Ventarola”

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Sobre as areias, convivas da festa do Praia Club. 13 de janeiro de 1929, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de novembro de 2011

“A Festa da Ventarola”

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Realizada “em benefício dos cofres da sociedade de Assistência aos Lázaros e Defesa contra a Lepra”, a festa do Praia Club animava a avenida Atlântica na altura do Posto IV. 13 de janeiro de 1929, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

“Noite de Reis no Atlântico Club”

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A data dos Reis Magos, 6 de Janeiro, integrava o calendário de festas dos clubes praianos. 13 de janeiro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de novembro de 2011

“Festa da Sombrinha”

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Segunda edição do evento criado pelo Praia Club. 2 de dezembro de 1928, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).