Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 30 de março de 2012

“Sports”

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“O team de peteca do Atlântico Club”. Com o aparecimento do gosto pelo banho de sol, valorizaram-se os jogos esportivos praticados sobre as areias. 24 de novembro de 1929, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 27 de março de 2012

“Sports”

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Uma reunião da “Liga de Amadores de Foot-ball na Areia”. A partir da esquerda: “Breno Ferreira Hehl, representante do Posto 3, Alípio Amaral, do Posto 6, Antonio Atem, tesoureiro, Mario Guimarães, vice-presidente e nosso redator de sports, Gilberto Menezes, presidente, Franklin Bastos, secretário, e Gilberto Lemos, do Posto 4”. 27 de outubro de 1929, p. 51. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 23 de março de 2012

“Ontem e hoje”

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À direita, “Mary Brian no seu papel de ‘baigneuse’ de outrora”; à esquerda, “a ‘baigneuse’ de hoje que Doris Hill representa”. Fotografia e cinema mostravam aos contemporâneos como era recente a transformação de costumes catalisada pelo novo gosto balneário solar. 27 de outubro de 1929, p. 45. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 20 de março de 2012

“O Rio maravilhoso”

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“O mar em Ipanema” visto do Arpoador. 27 de outubro de 1929, p. 45. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 16 de março de 2012

“O Rio maravilhoso”

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Terrenos baldios: o Leblon se desenvolveu tardiamente em comparação com Copacabana e mesmo Ipanema. 27 de outubro de 1929, p. 45. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 13 de março de 2012

“O Rio maravilhoso”

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Nos terrenos entre e Lido e o Copacabana Palace, ergueram-se os primeiros “arranha-céus” da orla oceânica. 27 de outubro de 1929, p. 45. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 9 de março de 2012

“Miss Paraná”

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“Didi Caillet, flor maravilhosa de beleza de nossa terra, que todo o Brasil admira”. 27 de outubro de 1929, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 6 de março de 2012

“Em Ipanema”

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“Quatro namoradas do mar...”. A moda praiana, impulsionada pela introdução dos banhos de sol, tendia a uma progressiva exposição de coxas. 27 de outubro de 1929, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 2 de março de 2012

“Olhe para Copacabana, Sr. Prefeito”

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“O novo posto de observação da Igrejinha, em cimento armado, erguido agora para substituir o de madeira, que se vê à direita e já foi retirado”. Durante a 2ª reforma dos Postos de Salvamento de Copacabana, o jornal de Théo-Filho reivindicava do prefeito Antonio Prado Junior “a instalação de campainhas a fim e auxiliar o serviço de sauvetage”. Leia mais no Capítulo 39 (clique no título). 20 de outubro de 1929, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).