Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 29 de maio de 2012

“Sereias e Tubarões”

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“Banhistas em Copacabana na praia cheia de sol”. 9 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de maio de 2012

“D. Anna Amélia”

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“(...) num recanto pitoresco de seu palacete”. No inquérito de Théo-Filho sobre o destino de veraneio da elite local – Petrópolis ou Copacabana – a poetisa copacabanense não hesitou em responder: “Sou uma carioca que não foge nem deseja fugir do calor”. Leia mais no Capítulo 42. 2 de fevereiro de 1930, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de maio de 2012

“Cinco sereias...”

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“...que fugiram à canícula e aí estão frente ao mar, no Posto VI”. A antiga noção, herdada do século XIX, segundo a qual o banho de mar constituía um “refrigério” para o calor do verão carioca, ganhou nova importância com a introdução dos banhos de sol. 26 de janeiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de maio de 2012

“Travessia Leme-Igrejinha”

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Os vencedores da prova de natação, acompanhados de representantes da imprensa esportiva. Da esquerda para a direita: Marino Tolentino, do jornal A Noite; Isidro Pacheco Soares, nadador do Serviço de Salvamento de Copacabana, 3º lugar; Elviro José Leite, também nadador do Serviço de Salvamento, 1º lugar; Fritz Urban, 2º lugar; e Mario Guimarães, redator do Beira-Mar. 26 de janeiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de maio de 2012

“Travessia Leme-Igrejinha”

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“Um aspecto do recanto da Igrejinha (Posto VI) por ocasião da chegada dos vencedores”. Essa prova, disputada no percurso entre os dois extremos da praia de Copacabana, reunia, anualmente, nadadores dos Postos de Salvamento e dos clubes praianos. 26 de janeiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de maio de 2012

“Travessia Leme-Igrejinha”

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“(...) os competidores alinhados para a partida, no Leme”. 26 de janeiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de maio de 2012

“Maria Sabina...”

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“...num canto de sua biblioteca, rodeada de seus poetas queridos, que sonham com ela nas estantes”. A poetisa Maria Sabina de Albuquerque – copacabanense, praiana, “chauffeuse” e freqüentadora do footing – foi uma das celebridades literárias que ajudou Théo-Filho na sua campanha para que a elite carioca trocasse Petrópolis por Copacabana durante a estação de veraneio. 19 de janeiro de 1930, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de maio de 2012

“Beira-Mar em Icaraí”

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Praias de Niterói atraíam um público banhista semelhante ao das praias da zona sul carioca – um público “aristocrático”, nos termos dos editores de “Beira-Mar”, que abriram uma sucursal do outro lado da baía de Guanabara. 19 de janeiro de 1930, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de maio de 2012

“Beira-Mar em Icaraí”

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“Graciosas banhistas na praia de Charitas”. 19 de janeiro de 1930, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).