Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

“A nova sede (...) do Atlântico Club”

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“(...) instalada com todo o luxo e conforto” neste palacete da Avenida Atlântica, no Posto VI. 30 de março de 1930, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de junho de 2012

“A alma de Copacabana vibrando numa noite de alegria”

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 Durante uma “batalha de confetti” travada no Carnaval de Copacabana. 9 de março de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de junho de 2012

“Hyldeth Favilla e o verão carioca”

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Aos 18 anos de idade, a autora de Dor suave (1927) e Sarabanda iluminada (1929) colaborou com Théo-Filho na campanha para tornar Copacabana o destino preferido dos veranistas cariocas acostumados a subir para Petrópolis. 2 de março de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de junho de 2012

“Momo entrou com pé direito em Copacabana!”

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 “O pato e o porco entre dezenas de torcedores”. A sensibilidade em relação ao sofrimento dos animais se aprofundou imensamente num intervalo de menos de um século. 16 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de junho de 2012

“Momo entrou com pé direito em Copacabana!”

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“Corrida atrás do porco”. Essas brincadeiras, observadas em dias de festa, não apenas no Carnaval, os banhistas de Copacabana herdaram provavelmente dos clubes de remo da baía de Guanabara. 16 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de junho de 2012

“Sereias e Tubarões”

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 Com os banhos de sol, óculos escuros passaram a compor o equipamento dos praianos. 9 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de junho de 2012

“Sereias e Tubarões”

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 Barracas e guarda-sóis ajudavam os banhistas a administrar o tempo de exposição ao sol, agora que se costumava permanecer nas areias até depois do meio-dia. Leia mais no Capítulo 43. 9 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de junho de 2012

“Sereias e Tubarões”

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Na época da introdução dos banhos de sol, chapéus não eram incomuns na indumentária praiana. 9 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de junho de 2012

“Sereias e Tubarões”

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Representantes da nova geração rapidamente se acostumaram com a nova estética do bronzeamento da pele. 9 de fevereiro de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).