Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 31 de julho de 2012

“Foram inaugurados em Ipanema novos postos de salvamento”

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Pessoal do Serviço de Salvamento, ao lado de uma das novas ambulâncias. Em Ipanema, inaugurava-se o mastro de observação em cimento armado do Posto VII e instalavam-se os Postos VIII e IX, em barracas provisórias. 22 de junho de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de julho de 2012

“Foram inaugurados em Ipanema novos postos de salvamento”

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“Com a presença de altas autoridades administrativas da Assistência Municipal, moradores de Copacabana e Ipanema e representantes de Beira-Mar, foram inaugurados, domingo último, pelo Dr. Flavio de Moura, diretor do Posto de Assistência de Copacabana, diversos melhoramentos relativos aos serviços dos referido Posto”. Dr Augusto Costallat, diretor geral da Assistência (esq.) e Dr. Flavio de Moura, acompanhados de internos, estudantes e enfermeiras. 22 de junho de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de julho de 2012

“Sereias de férias”

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“Três flirts que se esboçam...” O foto-jornalismo ajudava a tornar ainda mais divertidas a exibição e a admiração dos corpos em movimento. 15 de junho de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de julho de 2012

“Manhãs ao ar livre, sadio e à beira-mar”

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Variava o tamanho das saias, variava o tamanho dos chapéus, numa época em que se discutia uma visível tendência ao desnudamento parcial dos corpos. 8 de junho de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de julho de 2012

“Manhãs ao ar livre, sadio e à beira-mar”

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Enquanto algumas mantinham o uso do roupão, outras banhistas já ousavam passear pela praia só de “maillot”. 8 de junho de 1930, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de julho de 2012

“Fachada do Praia Club”

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Na Avenida Atlântica, Posto IV. 1º de junho de 1930, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de julho de 2012

“O Sunset-Party do Atlântico Club”

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O último baile na sede antiga. 6 de abril de 1930, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de julho de 2012

“Soirée dançante”

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Durante um intervalo no baile do “grupo de regatas Gragoatá”, em Niterói. 6 de abril de 1930, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de julho de 2012

“Ao som do jazz”

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“No rodopio de um charleston, durante o baile do Club Central, de Niterói”. As danças rápidas conquistaram a preferência da juventude numa época de afirmação do corpo como fonte de divertimento. 6 de abril de 1930, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).