Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 29 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“É de Penteado, Irmãos Hortenblaud o belo Palacete São Paulo”. Segundo a reportagem de Beira-Mar, a maioria dos hóspedes dos apartamentos era de estrangeiros, que, acostumados a esse padrão de moradia, encontravam neles uma alternativa à hospedagem nos hotéis durante o verão. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“Vista do encantador Palacete Inhangá, de madame Ida Agier”. Nessa época inaugural, os moradores dos apartamentos eram “hóspedes”, que contavam com serviços administrados por um gerente. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“A luxuosa Casa Rosada, pertencente ao Sr. Alfredo Vasconcellos”. O advento dos prédios de apartamentos representava uma ruptura do padrão de moradia vigente, baseado em unidades unifamiliares. Parte da elite carioca reagiu com desconfiança a essa novidade, quando moradias coletivas ainda eram consideradas sinônimo de cortiço. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“Fotografia do magnífico Palacete Veiga, do comandante Roberto de Moraes Veiga”. Muitos desses primeiros “arranha-céus” eram baixinhos em comparação com os prédios de 10 a 12 andares que logo se tornariam o padrão dos edifícios de apartamentos de Copacabana e do Rio de Janeiro. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“De propriedade do Sr. Renaud Lage, o Edifício Itaoca é realmente majestoso”. Os primeiros prédios de apartamentos de Copacabana eram apresentados como moradias de luxo, classificadas dentro do padrão de conforto dos palacetes que, até esta data, ainda dominavam a paisagem da Avenida Atlântica. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de março de 2013

“O Leme – Babilônia de arranha-céus”

.
  
“O elegante Palacete Duvivier, do Sr. Eduardo Duvivier”. Os primeiros “arranha-céus” de Copacabana tinham dono, cujo nome era ostentado. 8 de agosto de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de março de 2013

“As mais belas praianas...”

.

“Senhorinha Ruth da Gama e Silva, a mais votada da praia de Santa Luzia”. 14 de junho de 1931, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de março de 2013

“As mais belas praianas...”

.
                           
“A graciosa senhorinha Dinah Silva, votada em Niterói”. 31 de maio de 1931, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de março de 2013

“Natação”

.

“Senhorinha Regina Willewsens, do Praia das Flechas Club, que correrá, hoje, em diversas provas de natação na praia que dá nome àquela agremiação esportiva ”. 17 de maio de 1931, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).