Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

“No Ginásio Anglo-Brasileiro”

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A seta indica, na Avenida Niemeyer, a localização exata da secção masculina do Ginásio, que oferecia aulas de natação em suas instalações à beira-mar, “longe do tumulto e dos ruídos da cidade, liberto das torturas da civilização trepidante”. 6 de fevereiro de 1932, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de junho de 2013

“Concurso do Fotógrafo Amador das Praias”

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O Sr. A. Santos também tirou primeiro lugar na categoria “Retratos diversos” no “certame” promovido pelo semanário praiano, com esta foto tirada no Posto VI. 30 de janeiro de 1932, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de junho de 2013

“O 1º prêmio do nosso Concurso Fotográfico”

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Concursos promovidos por jornais e revistas com a participação dos leitores eram muito freqüentes nos Anos 20 e 30. Depois do concurso das mais belas praianas, Beira-Mar começou, em setembro de 1931, o “Concurso do Photografo Amador das Praias”, e durante quatro meses publicou “instantâneos” selecionados entre os 829 concorrentes. O vencedor foi A. Santos, com esta foto de lugar não identificado. 23 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de junho de 2013

“Sorrisos do Posto III”

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“Não são de Copacabana as quatro formosas senhorinhas que aí apreciamos. Pela elegância e beleza, pertencem, porém, à mais linda praia do mundo. Aos domingos, a sua presença, no posto III, ilumina encantadoramente a alegria de nossas areias. De onde vêm as sorridentes bonequinhas? Da Tijuca, o finíssimo bairro carioca. As nossas amáveis visitantes jogam ‘volley-ball’ com distintos rapazes do posto III, que também aparecem na fotografia”. 16 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Uma reunião elegante no Arpoador, entre eles e elas...”. Demorar-se sobre as areias na praia era um prazer novo, criado a partir da adoção dos banhos de sol. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Posto II (Leme): a sua movimentação”. Com Batista Luzardo ainda à frente da chefia de polícia, Théo-Filho se investia no papel de colunista social da praia, anotando os nomes das banhistas que encontrava sobre as areias: “a Almerinda Campos, a Nelly Leite, a Alice Carvalho, a Rosália de Moraes, a Dioni, a Lydia Telles Ribeiro, a Yolanda Aguiar, a Maria de Lourdes Austragésilo, a Amazilis Santos, a Hilda Saraiva, a Maria Claudina, a Maria Pia...”, todas freqüentadoras do Posto II. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“Aspecto do Arpoador: um bando em revoada”. Nessa época o termo Copacabana podia se referir ao conjunto dos bairros da “Cil”: Copacabana, Ipanema e Leme. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de junho de 2013

“Copacabana – A primeira praia do mundo”

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“No Posto III: cinco sorrisos... para o fotógrafo”. 9 de janeiro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).