Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 29 de outubro de 2013

“Olha a onda!”

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“Algumas das perturbantes bonequinhas presentes à última competição náutica dos Caiçaras”. 29 de outubro de 1932, p. 49. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

“Olha a onda!”

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A importância crescente das praias de banho na vida carioca atraía fotógrafos da imprensa para o terreno fofo das areias. 29 de outubro de 1932, p. 49. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de outubro de 2013

“Olha a onda!”

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Crescia o uso de guarda-sóis à medida que a freqüentação praiana ocupava cada vez mais os horários em torno do meio-dia. 29 de outubro de 1932, p. 49. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

“Olha a onda!”

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“A vida dos aquáticos é a alegria do mar. Por isso, quanto maior é o movimento, mais feliz ele se deve sentir...”. Embora a legenda não especifique, a foto provavelmente foi tirada na Praia das Virtudes (Santa Luzia). 29 de outubro de 1932, p. 49. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de outubro de 2013

“Olha a onda!”

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“As praias cariocas dão à cidade um aspecto fantástico de beleza. Do Leblon às Virtudes, que sucessão de maravilhas, que surpresas enternecedoras!”. 29 de outubro de 1932, p. 49. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

“Teia de encantos”

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Laura Assis, banhista de Ipanema. “Nos seus cabelos de sereia / Há uma teia / De sinfonias de beleza... (...)”. 29 de outubro de 1932, p. 36-A. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de outubro de 2013

“Rival do Céu”

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“Pergunte-se às formosas deidades que aí estão se trocariam as ondas pelas nuvens (...)”. A fantasia do paraíso celeste ajudava a alimentar o desejo da praia. 15 de outubro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

“Rival do Céu”

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“Ninguém acreditará que no etéreo reino da bem-aventurança haja, como em Copacabana, tanta coisa linda...”. 15 de outubro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de outubro de 2013

“A praia maravilhosa”

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“Copacabana, na pujança dos arranha-céus do progresso que surgem como um grito estranho no esplendor da natureza espantosa...”. O jornal praiano não podia deixar de referir o estranhamento que a introdução da nova arquitetura impunha ao costume. 8 de outubro de 1932, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).