Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 31 de dezembro de 2013

“No Leme... do barco”

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“Marinheiros... e marinheiras em descanso: uma lembrança da inauguração, domingo findo, da barraca do Colomy Club, no elegante bairro do Leme”. Dentro da estratégia de ocupação das areias pela “aristocracia cilense”, a nova agremiação do bairro mantinha a prática de instalação de uma barraca própria, a exemplo do que faziam Atlântico e Praia Club. 25 de março de 1933, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

“Completando a beleza de Copacabana...”

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“Os postos 2 e 6 à hora do banho matinal”, com os postes em concreto armado instalados em 1929, na segunda reforma do Serviço de Salvamento de Copacabana. Beira-Mar agora sugeria a numeração dos Postos: “É, certamente, uma falha. Não alimentemos a ‘mentirosa ilusão’ de que os freqüentadores acidentais de Copacabana, os seus visitantes, conhecem qual o III ou qual o V. Aqueles que desejam, acaso, saltar no Posto II, em conseqüência da fama que o consagrou na cidade, do próprio ônibus veria o número”. 25 de março de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

“A história das nossas praias”

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Ilustração de um artigo de Américo da Veiga, com o subtítulo “O arranha-céu e o passado”. O aparecimento, em profusão, dos altos prédios em concreto armado, na Copacabana dos anos 30, transformou as décadas anteriores em passado histórico. 18 de março de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

“Rainha Gentil”

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“Senhorinha Olga Kastrup”. 18 de fevereiro de 1933, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

“Posto de Socorro para os freqüentadores do Arpoador”

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O Arpoador, distante uns duzentos metros do Posto VII, não era atendido pelo Serviço de Salvamento, embora tivesse freqüência muito maior. Por isso, Beira-Mar, em nome dos praianos, reivindicava providências: “O pior é que as autoridades competentes não parecem ver aos domingos a multidão que se espraia pelo Arpoador. Essa multidão não tem para socorrê-la, nos banhos, um único banhista do posto oficial, nem um único barco”. 18 de fevereiro de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

“Posto de Socorro para os freqüentadores do Arpoador”

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O recém-inaugurado Posto VII, situado perto da rua Francisco Otaviano, em Ipanema, praticamente deserto num domingo de sol. Os diretores de Beira-Mar propunham a transferência deste Posto de Salvamento para o Arpoador. 18 de fevereiro de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

“Verão, orgia do mar”

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Banhistas de Botafogo, praia poluída, raramente prestigiada pelo Beira-Mar. 11 de fevereiro de 1933, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

“Verão, orgia do mar”

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Não era tão comum como no passado, mas nos Anos 1930 ainda era possível flagrar nas areias de Copacabana gente vestindo trajes de passeio ao invés do “maillot”. 11 de fevereiro de 1933, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

“Verão, orgia do mar”

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“O verão é a orgia do mar... O sol, bem lá do alto, vai tecendo o aranhol das suas carícias de luz, enquanto na areia ‘eles e elas’ fazem castelos de vento...”. 11 de fevereiro de 1933, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).