Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

"Sportmen do Posto II"

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"Componentes dos “teams” A e B, que irão disputar a taça oferecida por Jaguaré" (um dos craques do futebol na areia). 29 de setembro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

"A barraca da alegria"

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"Aí está a barraca à qual muita gente boa quereria pertencer. Na barraca do “Teut-Club” é proibida a “cara feia”... O lema de seus componentes é “sorrir sempre”...". A associação entre praia e alegria abundava na imprensa da época. 29 de setembro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

"A praia anima-se pela manhã"

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O jogo de peteca na praia ganhava adeptos à medida que crescia o gosto carioca pelo bronzeamento. 25 de agosto de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

"Lixo espetado"

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Essas estruturas instaladas nos Postos 2 e 3, também chamadas por Théo-Filho de "esqueletos", fizeram parte de uma tentativa de usurpação da paisagem praiana pela publicidade. Leia mais no Capítulo 68. 4 de agosto de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

"Duas graciosas banhistas..."

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"... que não temem o frio nem o mar do posto 2". 4 de agosto de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

"Ídolos de pano"

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"Mondrongo, Dondoca, Francisco e o 124", personagens do teatro de marionetes - o "guignol" - que se apresentava no coreto da praça Serzedello Correa. O falecido Luiz Neves era o autor de peças de sucesso, como “Genoveva”, “Cachaceira”, “Companhia de Operetas”, “Delegacia”, “Dr. Às Pressas” e “Hotel das Encrencas”. 21 de julho de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

"O aniversário do Botafogo"

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O Club de Regatas Botafogo, desde 1933, mantinha uma sucursal perto do Posto II, onde havia funcionado o "rink" de patinação do Leme. Leia mais no Capítulo 60. 7 de julho de 1934, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

"Batom Michel"

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A indústria de cosméticos se adaptava à expansão do gosto praiano. 7 de julho de 1934, p. 7. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

"No Posto III..."

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"... à hora do banho". Nessa época, existia um horário de banho oficial, condicionado ao funcionamento dos Postos de Salvamento. Fora do verão (de abril a novembro), o banho ia das 7 às 11 horas e das 16 às 18 horas. Aos domingos, o horário matinal se estendia até as 12 horas. 16 de junho de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

"Bonecas românticas"

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"A loura e a morena: norte e sul. Entre elas, Cupido, o menino que está sem arco e sem flecha". 9 de junho de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de novembro de 2014

"Copacabana Sport Club"

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Com a extinção dos clubes praianos (Praia e Atlântico), os bairros oceânicos experimentavam novas iniciativas de organização sócio-esportiva. Fundado por Pedro Sarmento e Jayme Ponce de Leon, o Copacabana Sport Club se mudava da rua Barão de Ipanema para sua nova sede (foto) na rua Ayres Saldanha. 2 de junho de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

"Ligando Copacabana ao Leblon"

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Trecho da Lagoa Rodrigo de Freitas onde desembocaria o futuro Corte do Cantagalo. 2 de junho de 1934, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de novembro de 2014

"Saneando Copacabana"

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"Manilhas enfileiradas na rua Santa Clara, onde se inicia agora a construção das galerias para dar vazante às águas pluviais". O órgão de imprensa das praias da Zona Sul carioca fiscalizava as obras que cobrava da administração pública. 2 de junho de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

"Consumou-se, afinal, o atentado!"

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"Foi iniciada a demolição da casa dos irmãos Bernardelli" (Rodolpho e Henrique). Na foto, "o palacete toscano da Avenida Atlântica, (...) construído pelo arquiteto Sylvio Rebechi, em 1908". Os antigos palacetes de Copacabana - como este onde moraram o escultor e o pintor - começavam a desaparecer para a construção dos prédios de apartamentos em concreto armado, os "arranha-céus". 26 de maio de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de novembro de 2014

"Circo Sarrasani"

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Diversas companhias circenses passaram por Copacabana na década de 30, instalando-se num terreno na esquina da rua Bolívar com a rua (depois avenida) Nossa Senhora de Copacabana. Leia mais no Capítulo 75. 19 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

"No Posto II"

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O estímulo dos cientistas, dos intelectuais e das autoridades oficiais à atividade física feminina ao ar livre ajudou a ocupação das praias pelas "sereias de maillot". 19 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de novembro de 2014

"Avenida Atlântica"

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O "footing" dominical do fim da tarde na Avenida Atlântica era uma instituição, desde a década anterior. 19 de maio de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

"Posto III"

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Em 1934, muitas banhistas já não ligavam para a antiga exigência do uso de roupão no "passeio" da Avenida Atlântica. 12 de maio de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

"Na praia"

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"Por que sorriem, senhorinhas?...". 12 de maio de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

"Dando um alto encanto..."

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"... de elegância à praça Serzedello Correa". 5 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de outubro de 2014

"No Posto 3"

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"O pai do quarteto é um dos proprietários da “Tinturaria Americana”, José Lazoski. (...)". Os comerciantes de Copacabana sempre tiveram prestígio no jornal de Manoel Nogueira de Sá. 5 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Posto 4"

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"Antes de um mergulho nas ondas do Posto 4 estas quatro sereias posaram um instante para a nossa objetiva". Por essa época, o termo "sereia" designava a bela banhista, e dele se abusava na imprensa mundana. 5 de maio de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Posto 7"

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"Quem não desejaria ter uma rede de fios de seda para pescar, em águas de Ipanema, essas quatro gentis sereiazinhas do Posto 7?...". 21 de abril de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

"Quatro sorrisos que são quatro enigmas à beira-mar"

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A praia de banhos constitui um componente precioso na elaboração da fantasia de felicidade contemporânea. 21 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de outubro de 2014

"Sereias do Posto 4"

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"Hora de repouso, de calma, de recolhimento, de alegria espiritual diante do mar e da natureza exuberante. (...)". A valorização do lazer ao ar livre contribuiu para o fortalecimento de um gosto urbano pela natureza. 14 de abril de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

"Na luz tropical de Copacabana"

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"Tostadas pelo sol do verão, essas lindas praianas consentiram em posar, um minuto, para Beira-Mar. (...)". A prática das fotos posadas para sair na imprensa perdurava, desde o advento do foto-jornalismo; mas, à medida que a freqüentação praiana se multiplicava, ficava mais difícil para os jornalistas identificar os banhistas pelo nome. A tendência ao anonimato acompanhava o processo de massificação da praia. 14 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Gente do mar"

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"Seis interessantes garotos de Ipanema". Crianças nascidas já sob o novo costume do bronzeamento. Para elas, tostar-se ao sol era "natural". 7 de abril de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

"Hora de verão"

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"No posto III, às 10 horas da manhã de domingo último". 7 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de setembro de 2014

"O escultor da areia"

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"Joaquim Aguiar Gusmão é o autor dessa “Ceia”. Sua arte, por isso mesmo, provoca admiração de quantos passeiam pela praia aos domingos". 7 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"Poema praiano"

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"As pedras da calçada parecem repetir aqueles versos de Raymundo Correa, que começam assim: Ela passou por aqui... passou... passou...". A redação de Beira-Mar citava com freqüência poetas brasileiros para fazer a apologia da vida praiana. 24 de março de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de setembro de 2014

"Zona Sul"

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"Rapaziada de Ipanema, no posto 7". A praia, sob o regime solar, estimulava a juventude carioca a adotar um estilo de vida esportivo ao ar livre. 24 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

"Nada de maledicência..."

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"Quando quatro moças se reúnem, debaixo do guarda-sol, na areia de Copacabana, sobre que conversam? É inútil fatigar-se o leitor em interrogações. Conversam sobre modas, cinema e os “flirts” das amiguinhas...". 24 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de setembro de 2014

"Um momento de atenção!"

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"Naquela manhã de domingo a piscina do Lido teve um momento de estranha refulgência. Quatro nereidas pousaram ali, um momento, para inquietação de nossos olhos...". 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"Sonhadoras"

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"Que viram elas? Um tubarão? Uma gaivota? Viram apenas, no azul do céu, a imagem da felicidade com que sonham todas as moças...". 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Bola feliz"

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"Ambas invejáveis. A moça e a bola. A moça por ser perturbadoramente linda. A bola por ser tão leve entre leves mãos...". O divertimento praiano, incrementado pelos banhos de sol, ajudou a impulsionar a educação física feminina. 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

"Luba"

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Luba era um "óleo de coco alcalinizado para banho de sol", um dos primeiros bronzeadores anunciados em Beira-Mar. 3 de março de 1934, p. 7. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de agosto de 2014

"No esplendor da paisagem de Copacabana"

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"(...) uma aglomeração de banhistas no Posto III". 3 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

"No esplendor da paisagem de Copacabana"

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"A praia na refulgência do último domingo de fevereiro". A peteca passou a ser um dos divertimentos preferidos pelos banhistas depois que a prática dos banhos de sol autorizou a permanência sobre as areias. 3 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de agosto de 2014

"Manhã apoteótica em Copacabana"

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"Uma visão panorâmica do Lido no domingo transacto, quando se realizou o concurso de 'maillots' promovido pelo 'Fon-Fon'." Como se vê, concursos de beleza feminina eram capazes de atrair multidões. 10 de fevereiro de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

"Vencedor"

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Vencedor era uma das marcas de "maillot" que mais anunciavam em Beira-Mar. A tensão entre banhistas e moralistas repercutia na argumentação de seus anúncios: "Toda Copacabana vive dentro d’água. Mas de acordo com os preceitos da moral... Os aquáticos são obrigados, naturalmente, a usar roupas... E em matéria de roupas de banho de mar existe a marca suprema: Vencedor". 3 de fevereiro de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

"Posto 4"

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"O avião vermelho do Sr. Darke de Mattos, que se espatifou no Posto IV, quarta-feira última, às 11 horas da manhã, depois de sofrer uma “panne”. O Sr. Darke de Mattos saiu incólume do desastre, bem como seu companheiro de volante, Edgard de Oliveira. Uma senhorinha, de nome Yolanda, salvou-se milagrosamente da morte certa com um mergulho oportuno...". Acidentes com aeronautas que se exibiam próximo aos banhistas começariam a se tornar comuns com os progressos da aviação. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

"Posto 3"

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"Estas não deixam de ir ao Posto III. São “fans” do grande mar e não dispensam o encanto do banho de sol". 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de agosto de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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As finalistas do concurso de Fon-Fon: "(...) o número de concorrentes era reduzidíssimo, de vez que a prova se destinava apenas a artistas de nosso teatro e danças, não havendo, portanto, a liberdade de inscrição que se verifica em pleitos dessa natureza". 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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"(...) a multidão nos jardins do Lido", onde se realizou o "Concurso de Maillots" de Fon-Fon. Os certames femininos também eram uma oportunidade para a reunião do povo em festas ao ar livre. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 29 de julho de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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Celeste Esteves e Cecy Gomes, respectivamente 2º e 3º prêmios no "Concurso de Maillots" de Fon-Fon. Como se vê, os maiôs de peça única receberam avançados decotes antes do advento das roupas de banho de duas peças. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de julho de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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Proliferavam nessa época os concursos de beleza e o "aristocrático bairro praiano" freqüentemente servia de palco a esses "certames". Na foto, Rosinha Ripper, 1º prêmio no "Concurso de Maillots" promovido pela revista "Fon-Fon" e apoiado por Beira-Mar. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de julho de 2014

"Na barraca, à beira-mar"

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"(...) fugindo à canícula de domingo último". A praia de banhos no Rio de Janeiro, desde os primórdios de sua ocupação, envolvia um jogo ambíguo de afinidade e repulsa em relação à estação calmosa. À beira-mar, fugia-se do calor justamente para melhor apreciá-lo. 13 de janeiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de julho de 2014

"No Posto 4"

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"Eis através da sua graciosidade praiana algumas pequenas que fugiram do céu para encantar Copacabana". Eram freqüentes as alusões à noção de paraíso para promover a praia carioca. 6 de janeiro de 1934, p. 12 . (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de julho de 2014

"As grandes datas sociais"

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"Grupo rutilante de senhoras e senhorinhas presentes ao baile comemorativo ao 8º aniversário do Salic Club (...)". Essa agremiação, sediada no bairro do Jardim Botânico, reunia funcionários e representantes da Companhia Sul América. 6 de janeiro de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de julho de 2014

"Posto 6"

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"Quantas praianas que não se assustam com o sol. Estão tostadinhas". No começo dos Anos 30, imperava a apologia dos banhos de sol. O que se considerava moda ainda não era percebido como costume. 23 de dezembro de 1933, p. 23A. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).