Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

“Os clubs do Leme”

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“O rink de patinação e o Pavilhão Rústico do C. R. Botafogo, recém-instalados no Leme”. Passada a febre do “golfinho”, ocorrida em 1931, a patinação voltou a atrair o público carioca. 17 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

“Na areia”

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“Estes jovens sorrisos enfeitiçantes preferem o vigor dos raios solares à algidez das ondas revoltas”. A exaltação da beleza feminina praiana no Rio de Janeiro acompanhava a importação da moda européia de banho de mar que impunha o uso de “maillots” cada vez mais curtos e sensuais. 17 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

“Posto Dois”

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“Soberbo aspecto de uma manhã de claridade (...)”. 17 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

“Vencendo os ares atlânticos”

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“O Graf Zeppelin pairando sobre os jardins da Avenida Beira-Mar, para a alegria dos olhares curiosos dos transeuntes”. 3 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

“Banhistas”

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“Senhorinhas Carmen e Wilsene Odília Loureiro, duas das mais fascinantes ‘sereias’ de Icaraí”. 20 de maio de 1933, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

“A maravilhosa perspectiva de Ipanema...”

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“...vista das pedras do Arpoador”. A verticalização de Ipanema foi mais lenta em comparação com a de Copacabana. 13 de maio de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

“O grande certame de natação...”

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Através da promoção de competições, clubes como os Caiçaras contribuíam para a difusão do aprendizado da natação. 22 de abril de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

“O grande certame de natação...”

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“...realizado pelo Club dos Caiçaras”. 22 de abril de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

“O arrastão em Copacabana”

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A “haute gomme” do bairro “aristocrático” mantinha uma relação paternalista com a colônia de pescadores local, a Z-6. Leia mais no Capítulo 56. 8 de abril de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).