Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

“O sorriso da Primavera”

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Dentro da tradição balneária da Europa continental, segundo a qual a estação praiana por excelência é o verão, Beira-Mar partilhava com os leitores a ansiedade pela chegada dos meses de calor no Rio de Janeiro. 12 de agosto de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

“Posto Quatro”

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“Qual a mais encantadora? Pouco se lhes dá talvez a interrogação, porque o sorriso de todas elas indica a alegria de serem adoradas pelo sol...”. A ubiqüidade da beleza feminina foi um dos pilares fundamentais da construção da moderna idéia de felicidade no século XX. 5 de agosto de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

“Ite Missa est”

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Com este título em latim, Beira-Mar costumava estampar fotos tiradas à saída da missa nas igrejas da Cil. Como a maioria dos brasileiros na época, o jornal praiano era católico e mantinha uma Secção Católica. Leia mais no Capítulo 55. 5 de agosto de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

“Posto Seis”

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“É aí que surgirão os Marimbás. Se o posto já regurgita de contentamento, imagine-se o que será destas areias quando se construir o Club dos Marimbás”. Beira-Mar criava a expectativa do aparecimento de mais um clube praiano, semelhante aos extintos Atlântico e Praia Club. Mas os novos clubes da orla oceânica carioca surgiriam sobre outras bases. Leia mais no Capítulo 60. 5 de agosto de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

“Posto IV”

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“Enquanto o vento as beija suavemente, elas sorriem para o mar...”. A moda da praia realimentava a tendência ao uso de um vestuário urbano mais leve e arejado nos dias de verão. Afinal, qual o sentido do bronzeado adquirido sob o sol se não fosse ostentado fora das areias? 15 de julho de 1933, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

“Acariciando a areia”

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“Sob a ardência do sol, todos sorriem (...)”. As novas práticas praianas, baseadas nos banhos de sol, alimentavam o discurso da alegria juvenil que contagiou o mundo ocidental no século XX. 1º de julho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

“O banho de sol das sereias”

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“O amor parece desabrochar no sorriso destas duas lindas rosas, encontradas na areia, à hora da alegria”. O elogio da beleza feminina era um dos mais fortes argumentos em prol da vida praiana. 24 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

“Os clubs de Copacabana”

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“As magníficas quadras do Paissandu Tennis Club e o pavilhão dos associados”. Recém-transferido para a rua Siqueira Campos, o tradicional clube da colônia inglesa apenas de raro em raro aparecia nas páginas de Beira-Mar. 17 de junho de 1933, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).