Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

"Luba"

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Luba era um "óleo de coco alcalinizado para banho de sol", um dos primeiros bronzeadores anunciados em Beira-Mar. 3 de março de 1934, p. 7. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 26 de agosto de 2014

"No esplendor da paisagem de Copacabana"

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"(...) uma aglomeração de banhistas no Posto III". 3 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

"No esplendor da paisagem de Copacabana"

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"A praia na refulgência do último domingo de fevereiro". A peteca passou a ser um dos divertimentos preferidos pelos banhistas depois que a prática dos banhos de sol autorizou a permanência sobre as areias. 3 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 19 de agosto de 2014

"Manhã apoteótica em Copacabana"

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"Uma visão panorâmica do Lido no domingo transacto, quando se realizou o concurso de 'maillots' promovido pelo 'Fon-Fon'." Como se vê, concursos de beleza feminina eram capazes de atrair multidões. 10 de fevereiro de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

"Vencedor"

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Vencedor era uma das marcas de "maillot" que mais anunciavam em Beira-Mar. A tensão entre banhistas e moralistas repercutia na argumentação de seus anúncios: "Toda Copacabana vive dentro d’água. Mas de acordo com os preceitos da moral... Os aquáticos são obrigados, naturalmente, a usar roupas... E em matéria de roupas de banho de mar existe a marca suprema: Vencedor". 3 de fevereiro de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 12 de agosto de 2014

"Posto 4"

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"O avião vermelho do Sr. Darke de Mattos, que se espatifou no Posto IV, quarta-feira última, às 11 horas da manhã, depois de sofrer uma “panne”. O Sr. Darke de Mattos saiu incólume do desastre, bem como seu companheiro de volante, Edgard de Oliveira. Uma senhorinha, de nome Yolanda, salvou-se milagrosamente da morte certa com um mergulho oportuno...". Acidentes com aeronautas que se exibiam próximo aos banhistas começariam a se tornar comuns com os progressos da aviação. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

"Posto 3"

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"Estas não deixam de ir ao Posto III. São “fans” do grande mar e não dispensam o encanto do banho de sol". 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 5 de agosto de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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As finalistas do concurso de Fon-Fon: "(...) o número de concorrentes era reduzidíssimo, de vez que a prova se destinava apenas a artistas de nosso teatro e danças, não havendo, portanto, a liberdade de inscrição que se verifica em pleitos dessa natureza". 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

"As belas festas da praia de Copacabana"

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"(...) a multidão nos jardins do Lido", onde se realizou o "Concurso de Maillots" de Fon-Fon. Os certames femininos também eram uma oportunidade para a reunião do povo em festas ao ar livre. 3 de fevereiro de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).