Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Gente do mar"

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"Seis interessantes garotos de Ipanema". Crianças nascidas já sob o novo costume do bronzeamento. Para elas, tostar-se ao sol era "natural". 7 de abril de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

"Hora de verão"

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"No posto III, às 10 horas da manhã de domingo último". 7 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de setembro de 2014

"O escultor da areia"

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"Joaquim Aguiar Gusmão é o autor dessa “Ceia”. Sua arte, por isso mesmo, provoca admiração de quantos passeiam pela praia aos domingos". 7 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

"Poema praiano"

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"As pedras da calçada parecem repetir aqueles versos de Raymundo Correa, que começam assim: Ela passou por aqui... passou... passou...". A redação de Beira-Mar citava com freqüência poetas brasileiros para fazer a apologia da vida praiana. 24 de março de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de setembro de 2014

"Zona Sul"

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"Rapaziada de Ipanema, no posto 7". A praia, sob o regime solar, estimulava a juventude carioca a adotar um estilo de vida esportivo ao ar livre. 24 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

"Nada de maledicência..."

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"Quando quatro moças se reúnem, debaixo do guarda-sol, na areia de Copacabana, sobre que conversam? É inútil fatigar-se o leitor em interrogações. Conversam sobre modas, cinema e os “flirts” das amiguinhas...". 24 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de setembro de 2014

"Um momento de atenção!"

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"Naquela manhã de domingo a piscina do Lido teve um momento de estranha refulgência. Quatro nereidas pousaram ali, um momento, para inquietação de nossos olhos...". 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"Sonhadoras"

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"Que viram elas? Um tubarão? Uma gaivota? Viram apenas, no azul do céu, a imagem da felicidade com que sonham todas as moças...". 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de setembro de 2014

"Bola feliz"

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"Ambas invejáveis. A moça e a bola. A moça por ser perturbadoramente linda. A bola por ser tão leve entre leves mãos...". O divertimento praiano, incrementado pelos banhos de sol, ajudou a impulsionar a educação física feminina. 17 de março de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).