Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 31 de outubro de 2014

"Posto III"

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Em 1934, muitas banhistas já não ligavam para a antiga exigência do uso de roupão no "passeio" da Avenida Atlântica. 12 de maio de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de outubro de 2014

"Na praia"

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"Por que sorriem, senhorinhas?...". 12 de maio de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

"Dando um alto encanto..."

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"... de elegância à praça Serzedello Correa". 5 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de outubro de 2014

"No Posto 3"

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"O pai do quarteto é um dos proprietários da “Tinturaria Americana”, José Lazoski. (...)". Os comerciantes de Copacabana sempre tiveram prestígio no jornal de Manoel Nogueira de Sá. 5 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Posto 4"

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"Antes de um mergulho nas ondas do Posto 4 estas quatro sereias posaram um instante para a nossa objetiva". Por essa época, o termo "sereia" designava a bela banhista, e dele se abusava na imprensa mundana. 5 de maio de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de outubro de 2014

"Posto 7"

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"Quem não desejaria ter uma rede de fios de seda para pescar, em águas de Ipanema, essas quatro gentis sereiazinhas do Posto 7?...". 21 de abril de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

"Quatro sorrisos que são quatro enigmas à beira-mar"

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A praia de banhos constitui um componente precioso na elaboração da fantasia de felicidade contemporânea. 21 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de outubro de 2014

"Sereias do Posto 4"

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"Hora de repouso, de calma, de recolhimento, de alegria espiritual diante do mar e da natureza exuberante. (...)". A valorização do lazer ao ar livre contribuiu para o fortalecimento de um gosto urbano pela natureza. 14 de abril de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

"Na luz tropical de Copacabana"

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"Tostadas pelo sol do verão, essas lindas praianas consentiram em posar, um minuto, para Beira-Mar. (...)". A prática das fotos posadas para sair na imprensa perdurava, desde o advento do foto-jornalismo; mas, à medida que a freqüentação praiana se multiplicava, ficava mais difícil para os jornalistas identificar os banhistas pelo nome. A tendência ao anonimato acompanhava o processo de massificação da praia. 14 de abril de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).