Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

"Bonecas românticas"

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"A loura e a morena: norte e sul. Entre elas, Cupido, o menino que está sem arco e sem flecha". 9 de junho de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de novembro de 2014

"Copacabana Sport Club"

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Com a extinção dos clubes praianos (Praia e Atlântico), os bairros oceânicos experimentavam novas iniciativas de organização sócio-esportiva. Fundado por Pedro Sarmento e Jayme Ponce de Leon, o Copacabana Sport Club se mudava da rua Barão de Ipanema para sua nova sede (foto) na rua Ayres Saldanha. 2 de junho de 1934, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

"Ligando Copacabana ao Leblon"

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Trecho da Lagoa Rodrigo de Freitas onde desembocaria o futuro Corte do Cantagalo. 2 de junho de 1934, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de novembro de 2014

"Saneando Copacabana"

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"Manilhas enfileiradas na rua Santa Clara, onde se inicia agora a construção das galerias para dar vazante às águas pluviais". O órgão de imprensa das praias da Zona Sul carioca fiscalizava as obras que cobrava da administração pública. 2 de junho de 1934, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

"Consumou-se, afinal, o atentado!"

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"Foi iniciada a demolição da casa dos irmãos Bernardelli" (Rodolpho e Henrique). Na foto, "o palacete toscano da Avenida Atlântica, (...) construído pelo arquiteto Sylvio Rebechi, em 1908". Os antigos palacetes de Copacabana - como este onde moraram o escultor e o pintor - começavam a desaparecer para a construção dos prédios de apartamentos em concreto armado, os "arranha-céus". 26 de maio de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de novembro de 2014

"Circo Sarrasani"

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Diversas companhias circenses passaram por Copacabana na década de 30, instalando-se num terreno na esquina da rua Bolívar com a rua (depois avenida) Nossa Senhora de Copacabana. Leia mais no Capítulo 75. 19 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

"No Posto II"

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O estímulo dos cientistas, dos intelectuais e das autoridades oficiais à atividade física feminina ao ar livre ajudou a ocupação das praias pelas "sereias de maillot". 19 de maio de 1934, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de novembro de 2014

"Avenida Atlântica"

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O "footing" dominical do fim da tarde na Avenida Atlântica era uma instituição, desde a década anterior. 19 de maio de 1934, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).