Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

"Copacabana, Ceará do Sul"

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"O turista – Parece-me que estás seguindo alguma prescrição médica?" "O banhista – Qual nada! A falta d’água é que nos obriga a isso..." Problema crônico no Rio de Janeiro, a falta d'água se intensificou em 1935, chegando a ameaçar o uso do banho de mar. Leia mais no Capítulo 71. 24 de agosto de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 25 de agosto de 2015

"A alegria esportiva dos “Caiçaras” de Ipanema"

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"Aspecto da Lagoa Rodrigo de Freitas, na manhã de domingo, durante as regatas ali organizadas por aquele club". Desde a década de 1910, as regatas cariocas se transferiam da baía de Guanabara para a Lagoa. 10 de agosto de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

"A alegria esportiva dos “Caiçaras” de Ipanema"

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"Instantâneo da palpitante partida de volley-ball de domingo último, na ilha dos Caiçaras". Trata-se da ilha da lagoa Rodrigo de Freitas concedida pela Prefeitura ao clube cilense. 10 de agosto de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de agosto de 2015

"Casa Atlântica"

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Beira-Mar não deixava passar em branco nenhuma inauguração de estabelecimento comercial no perímetro da CIL. Lojas de moda em Copacabana já não podiam prescindir de um estoque de roupas para banho de mar. Leia mais no Capítulo 59. 3 de agosto de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

"O banhista imprudente..."

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"... é salvo das ondas". O crescimento da freqüentação praiana carioca, desencadeado pela nova prática dos banhos de sol, obrigava o pessoal dos Postos de Salvamento a redobrar sua atenção. 20 de julho de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de agosto de 2015

"Posto 3"

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"Vocês estão vendo este bonito instantâneo? Pois saibam: da esquerda para a direita aparecem as senhorinhas Irene Baú e Ikat Petes, duas componentes da famosa orquestra húngara de Gizi Rajko, e a senhora José Gelman". 20 de julho de 1935, capa. A presença de visitantes estrangeiros conferia prestígio à praia de Copacabana. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

"Edifício América"

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Interior de um apartamento no prédio situado à rua Viveiros de Castro, nº 110. 13 de julho de 1935, p. 4. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de agosto de 2015

"Edifício América"

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"Construção de Campos & Fernandes Ltda. (...) Os soalhos de taco, com garantia de segurança, foram fornecidos pelos fabricantes Parquet Paulista Ltda. (...) A Casa Luxos forneceu todos os lustres (...) Os trabalhos de calafete foram confiados a Sylvestre Pinto Monteiro (...) Forneceu os mármores a firma de Geraldo Gonçalves Contreira (...)". Ao publicar uma coluna destinada ao aparecimento de novos prédios de apartamentos, os editores de Beira-Mar tinham em mente, entre outros alvos, o interesse em atrair anunciantes em potencial. Mas essa estratégia não surtiria efeito: a indústria imobiliária raramente veiculou publicidade no jornal praiano. 13 de julho de 1935, p. 4. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).