Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

"Pegando o siri..."

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Às vésperas do lançamento da edição especial de aniversário, os editores de Beira-Mar distribuíam um suplemento com tiragem de 25 mil exemplares para fazer propaganda do semanário. Sinal de que o público de Copacabana mudava e crescia, com o aparecimento da arquitetura dos "arranha-céus". 26 de outubro de 1935, suplemento, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 27 de outubro de 2015

"A piscina do Copacabana Palace..."

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"...é, agora, incontestavelmente, o ponto de reunião do nosso “grand-monde”. As suas instalações moderníssimas encheram a vista dos mais exigentes. Tudo ali respira elegância e bom gosto. O seu serviço de chá, sorvetes, refrescos é, sem favor, o mais completo". 21 de setembro de 1935, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

"Joalheria Copacabana"

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O comércio do bairro se diversificava, tornando os moradores da praia menos dependentes do Centro da Cidade. A oferta de artigos de luxo confirmava a inclinação "aristocrática" do bairro. 14 de setembro de 1935, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 20 de outubro de 2015

"Flagrantes"

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Icaraí era procurada por banhistas cariocas desde meados do século XIX. 14 de setembro de 1935, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

"Flagrantes"

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A praia de Icaraí, em Niterói, compunha o grupo das praias "aristocráticas" freqüentadas pelos cariocas (Copacabana, Leme, Ipanema, Leblon e Urca). Leia mais no Capítulo 64. 14 de setembro de 1935, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 13 de outubro de 2015

"Flagrantes"

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"Flagrantes de encantadoras senhorinhas do “Atlântico Club” de Icaraí, em pose especial para Beira-Mar". 14 de setembro de 1935, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

"O Chá das Bonecas"

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"Revestiu-se de grande brilhantismo o “Chá das Bonecas”, em benefício da Casa do Pobre, realizado a 4 do corrente nos salões do Copacabana Palace, onde Bidú Sayão, a magnífica soprano brasileira, teve ocasião de demonstrar mais uma vez o valor de sua arte (...)". 14 de setembro de 1935, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 6 de outubro de 2015

"As aulas de Educação Física Infantil da PRH8 Rádio Ipanema"

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Desde março de 1932, as emissoras brasileiras estavam autorizadas a veicular publicidade. O acesso à programação das rádios deixou de ser intermediado por sociedades de ouvintes assinantes para se universalizar por meio de um formato comercial. A respeito da história do rádio no Brasil: A guerra dos artistas, de Orlando de Barros (Rio de Janeiro: E-Papers, 2010, pp. 66-77); A capital irradiante, de Nicolau Sevcenko (em História da vida privada no Brasil, v. 3, São Paulo: Companhia das Letras, 1998, pp. 584-592); A Era do Rádio, de Lia Calabre (Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2002). 14 de setembro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

"As aulas de Educação Física Infantil da PRH8 Rádio Ipanema"

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A recém-inaugurada estação de rádio cilense se aliava ao semanário Beira-Mar na apologia da educação física. 14 de setembro de 1935, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).