Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 29 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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Sócios do clube presidido pelo comandante Castro Lima. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 25 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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"Popeye" venceu a prova principal e levou a taça oferecida pelo jornal praiano. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 22 de março de 2016

"O Club dos Caiçaras e o troféu Beira-Mar"

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Sob a liderança dos Caiçaras, as provas de iatismo ganharam força na Lagoa Rodrigo de Freitas. 23 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 18 de março de 2016

"As horas praianas da Cidade Maravilhosa"

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"Aqui e ali, formam-se os pequenos núcleos, os centros de atividade mundana, os aglomerados característicos". Copacabana estava na vanguarda do movimento que, com ajuda da canção de André Filho, transformou o Rio de Janeiro na "Cidade Maravilhosa". 16 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 15 de março de 2016

"As horas praianas da Cidade Maravilhosa"

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"Da pedra do Leme à ponta do Leblon, tudo é um só encantamento". Mosaicos fotográficos misturando diversas imagens apareciam com freqüência nas páginas do jornal praiano. 16 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 11 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex"

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Beira-Mar encabeçava a campanha para que os moradores da CIL dessem preferência ao comércio local. A diversificação da oferta fortalecia esse movimento. 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 8 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex"

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A nova loja da rua Copacabana 793 apresentava em suas vitrines os últimos lançamentos da moda praiana. Itens até então encontrados exclusivamente no centro da cidade começavam a aparecer no comércio local. 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 4 de março de 2016

"A inauguração das Lojas Rex..."

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"... constituiu a nota elegante da semana". 9 de novembro de 1935, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 1 de março de 2016

"Assegurando a eficiência do Serviço de Salvamento"

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A terceira reforma dos Postos de Salvamento de Copacabana apostou na tecnologia. O "fuzil lança-cordas" prometia tornar mais rápido o socorro aos afogados, já que permitiria o lançamento de uma corda de salvamento a duzentos metros de distância. As primeiras experiências com esse equipamento, porém, fracassaram. Leia mais no Capítulo 73. 9 de novembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).