Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 31 de maio de 2016

"Maravilhoso aspecto de Copacabana"

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"Vista tirada do terraço do Copacabana Palace". 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 27 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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"O Rio, que sofre a injustiça de ser considerada uma capital triste (...)". Théo-Filho fazia referência a um discurso que se repetia desde o século XIX, segundo o qual a cidade carecia de alegria e divertimentos... Não há dúvida de que a praia dos banhos de sol, a partir dos Anos 30,ajudou a tornar anacrônica essa sentença. 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 24 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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"Os 'reveillons' nos clubes e nos lares de Copacabana e dos bairros vizinhos hão de encher de intensa alegria todos os corações da cidade maravilhosa". 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 20 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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Havia também banhistas que se protegiam do contato com as areias usando toalhas. 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 17 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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Havia banhistas que tomavam banho de sol deitadas diretamente sobre as areias. O novo costume ainda não estava inteiramente codificado. 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 13 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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Naquele tempo se usava muito a expressão "Ano Bom" nas festas de reveillon. De lá para cá, venceu a forma "Ano Novo". Teria sido efeito do modernismo? O Novo passou a ser melhor que o Bom? 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 10 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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"Cada sorriso triunfa / na manhã cheia de graça / E Copacabana esplende / em cada mulher que passa...". 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 6 de maio de 2016

"Novo Ano, Ano Bom"

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"Umas tomam banho de sol / outras sorriem, tão belas / Melhor que tudo isso é o banho / de luz dos olhares delas!" 28 de dezembro de 1935, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 3 de maio de 2016

"Hora do 'flirt'... descanso..."

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Por essa época a arte de J. Carlos fazia sucesso na imprensa carioca e inspirava o trabalho de outros artistas, como parece ser o caso do autor desta ilustração. 21 de dezembro de 1935, p. 13. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).