Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 30 de agosto de 2016

"Manhã de estio"

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"Miríades de cintilações!" Praia do Flamengo. 1º de fevereiro de 1936, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

"Manhã de estio"

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"Verão! Sol!" A partir de meados dos Anos 1930, a rapaziada estava livre para andar na praia sem camisa. 1º de fevereiro de 1936, p. 12. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de agosto de 2016

"Praia Bar"

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No processo de desestruturação dos clubes praianos, ganharam importância, como programa de divertimento, os modernos "bars", amplos, com serviço de restaurante, abertos até tarde da noite. O Praia Bar, nesse estilo, acabava de ser inaugurado na Praia do Flamengo. Leia mais no Capítulo 61. 1º de fevereiro de 1936, p. 5. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

"Fundada a Associação Feminina em Copacabana"

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Nada tinha de feminista a nova agremiação. Seus objetivos eram "os mais belos e altruísticos: desportos, sociabilidades, além das finalidades cultural e artística". Foi presidido por Adalzira Bittencourt, bacharel em Direito, diretora do "Lar da Criança", escritora, colaboradora de Beira-Mar e freqüentadora das praias cariocas. Sobre Adalzira: SCHUMAHER, Schuma; BRAZIL, Érico Vital (Org.). Dicionário de Mulheres do Brasil. Rio de Janeiro: J. Zahar, 2000. p. 20. Foto: 1º de fevereiro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de agosto de 2016

"Colomy"

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O Colomy Club foi fundado em 1933 por um grupo de moças residentes no Leme. Começou como um clube praiano, com grande barraca instalada nas areias do Posto 1, mas depois se voltou para o papel de clube social, com promoção de bailes mensais. Leia mais no Capítulo 60. 1º de fevereiro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

"Carnaval na rua, carnaval na praia"

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O banho de mar à fantasia era um desfile de Carnaval à beira-mar. Não, ninguém entrava n' água fantasiado. 1º de fevereiro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de agosto de 2016

"Carnaval na rua, carnaval na praia"

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Imagem do "belíssimo banho de mar à fantasia, realizado domingo último, na praia do Flamengo". 1º de fevereiro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

"Tijuca Tennis Club"

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O semanário Beira-Mar dedicava espaço à agremiação tijucana, onde se reunia uma elite "aquática" irmanada às "aristocracias" de Copacabana e Icaraí. 25 de janeiro de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de agosto de 2016

"Tijuca Tennis Club"

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"Instantâneo dos nadadores do “Tijuca” tirado na piscina do Fluminense (...), por ocasião das eliminatórias da 3ª competição do concurso de verão. Nele, vemos a equipe feminina, composta das senhorinhas Neuza, Lygia, Ophelia, Clara, Laís e Dulce, elementos que têm conquistado várias vitórias nos meios náuticos desta Capital". 25 de janeiro de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).