Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

"Mazelas de Ipanema"

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"O péssimo estado da Rua Garcia D’Ávila em Ipanema, completamente alagada. Nas proximidades do capinzal...". 11 de abril de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

"Montevidéu"

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As praias da capital uruguaia tinham prestígio no circuito balneário elegante com que se identificava Beira-Mar. 4 de abril de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

"O capinzal da avenida Vieira Souto"

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"Será que o aumento dos impostos não deixa um biquinho para atender a essas exigências imprescindíveis ao próprio decoro de nossa capital?". Leia mais no Capítulo 62. 4 de abril de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

"Um tapete de capim sobre a praia de Ipanema"

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"Esse verdejante prado, onde também viçam carrapichos para atrapalhar, está pedindo enxada, está pedindo benevolência dos poderes municipais". Desde 1934, Beira-Mar denunciava o abandono da praia de Ipanema pelo serviço de limpeza da Prefeitura. 4 de abril de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

"Inauguradas as torres dos Postos 2 e 6"

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"O novo e elegantíssimo posto de observação do Posto 2, com serviço de salvamento, aparelhado dos métodos mais modernos, e, ao lado, a fachada principal do Dispensário da Assistência Municipal de Copacabana". 28 de março de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

"O antigo posto de observação das praias"

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Os postes de observação seriam substituídos pelas modernas torres do Serviço de Salvamento. 28 de março de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

"Football"

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"O segundo 'team' do valoroso alvi-negro Posto 4 F. C., campeões da Liga de Amadores de Futebol na Areia em 1933, 34 e 35. São eles: sentados da esquerda para a direita, Mario, Heleno, Lívio, Celestino, João e Caulliraux; ajoelhados, no mesmo sentido, Moreno, Alves, Lengruber, Joyce e Raul". 28 de março de 1936, p. 8. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

"Modernizam-se os socorros de praia"

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"Aspecto do Posto VI, no momento da inauguração" das primeiras torres do Serviço de Salvamento de Copacabana. Dias depois, o prefeito Pedro Ernesto seria preso. Leia mais no Capítulo 73. 28 de março de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

"Modernizam-se os socorros de praia"

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"Foram inauguradas, segunda-feira, as primeiras torres do serviço de salvamento". Foto: "Chegada do Dr. Pedro Ernesto ao Posto 6, tendo à sua direita o Dr. Carlos Albuquerque, engenheiro dos novos postos, e o Dr. Gastão Guimarães, e, à esquerda, o Dr. Raphael Pinheiro". 28 de março de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).