Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


sexta-feira, 31 de março de 2017

"Nas areias do Posto 2"

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No inverno carioca, "os próprios chapéus de lona se tornam dispensáveis". Dentro da estratégia de ocupação das areias pelas elites sociais, os editores de Beira-Mar estimulavam a freqüentação elegante fora do verão, consagrado universalmente como a estação praiana por excelência. 27 de junho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 28 de março de 2017

"Nas areias do Posto 2"

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"A praia, ao sol morno do inverno, é uma delícia para o corpo e o espírito". 27 de junho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 24 de março de 2017

"Sorriem e olham..."

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Em sua coluna "Sereias e tubarões", escreveu Aramis (João Rodolpho de Carvalho): "o que a mulher não deixa de freqüentar são as praias, onde, com o calor de seus corpos e o encanto de seus sorrisos, perfumam e alegram esses recantos banhados pelo mar. As duas silhuetas que ilustram a presente croniqueta são um atestado eloqüente do quanto a carioca tem preferência pela praia". 20 de junho de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 21 de março de 2017

"Orfeão Português"

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"(...) nos magníficos salões do Instituto Nacional de Música". O jornal de Manoel Nogueira de Sá apoiava diversas iniciativas de interesse da colônia portuguesa na capital brasileira. 20 de junho de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 17 de março de 2017

"Solene coroação de Nossa Senhora"

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Encerramento da "triunfal procissão infantil da imagem da Virgem Aparecida, Padroeira do Brasil". 13 de junho de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 14 de março de 2017

"Hellé Nice"

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Depois de correr o "Trampolim do Diabo", a automobilista francesa aproveitou as areias de Copacabana para divulgar sua imagem. 13 de junho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 10 de março de 2017

"A competição sensacional da Gávea"

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"Manoel de Teffé, o automobilista nº 1 do Brasil". 13 de junho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 7 de março de 2017

"A competição sensacional da Gávea"

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"300 mil pessoas aclamam os heróis do Trampolim do Diabo" (como era conhecido o Circuito da Gávea, corrida automobilística internacional promovida pelo Automóvel Club). 13 de junho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 3 de março de 2017

"Tijuca Tennis Club"

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"Três sereiazinhas cajutis". 6 de junho de 1936, p. 7. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).