Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 30 de maio de 2017

"O encanto dionisíaco das praias"

.
“Copacabana é o sorriso melhor de boas vindas que temos para oferecer ao viajante”. Nos anos 30, Copacabana se afirmava como uma das principais atrações turísticas da capital brasileira. 1º de agosto de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 26 de maio de 2017

"Sport – Saúde – Beleza"

.
Na estréia de sua coluna sobre educação física, o professor Tarso Coimbra reparava que “os veículos modernos, pela facilidade de transporte e conforto, evitam que se ande, concorrendo para a falta de movimento físico, atrofiando o corpo”. 25 de julho de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 23 de maio de 2017

"Copacabana é a cidade dos arranha-céus"

.
“Surgem por toda parte os arranha-céus em Copacabana. Do Leme à Igrejinha, a fisionomia da praia tem a cada dia novas facetas. Certas ruas do Leme dão a impressão de bairro nova-iorquino. Parece estar-se longe do Brasil. Agora os arranha-céus invadem as ruas transversais, na direção dos morros. Sobem as ruas que levam a Ipanema. Embelezam o Leblon. Copacabana, dentro de poucos anos, será uma cidade formidável, toda em cimento armado.” Leia mais no Capítulo 58. 25 de julho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 19 de maio de 2017

"Sereias, musas praianas"

.
Jovens banhistas eram referidas, nas páginas do católico jornal praiano, pelos epítetos de Sereias, Vênus, Ninfas, Ondinas etc. 18 de julho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 16 de maio de 2017

"A esplêndida noite joanina..."

.
“... no club de Waldemar Henriques Sá e José Napolitano [Oceano F. C.] revestiu-se de brilhantismo invulgar”. (antigo nome da rua Princesa Isabel). 11 de julho de 1936, p. 9. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 12 de maio de 2017

"Club de Regatas Botafogo"

.
“Team vencedor do último match de volley-ball realizado no elegante ‘cercle’ da Rua Salvador Correa” (antigo nome da Avenida Princesa Isabel). 11 de julho de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 9 de maio de 2017

"São Pedro entre os caipiras"

.
“São Pedro foi festejadíssimo este ano. Uma multidão enternecedora de caipirinhas e jecas tomou conta da Cidade Maravilhosa. Em Copacabana, na residência do Comte. Octavio da Silveira Carneiro, festejou-se com muito entusiasmo a noite de São Pedro”. 11 de julho de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 5 de maio de 2017

"Yachting"

.
“Um lindo aspecto do içar das velas (...) por ocasião de um treino na Lagoa das Garças no cais do Club dos Caiçaras”. 11 de julho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 2 de maio de 2017

"Comemorações do Dia do Pescador"

.
“(...) o ministro Odilon Braga atirando o anzol ao mar, como augúrio de boas pescarias”. 11 de julho de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).