Théo-Filho era um dos escritores mais lidos no Brasil nos anos 20. Seus livros e crônicas, descrevendo a boemia parisiense e os vícios da elite brasileira, escandalizavam os moralistas. Consagrado muito cedo, o romancista-jornalista se voltou para o tema da praia no Rio de Janeiro. Entre 1925 e 1940, à frente do semanário Beira-Mar, Théo-Filho foi o intelectual que mais escreveu sobre assuntos balneários. Fez a apologia das banhistas, do bronzeamento, da exigüidade dos maiôs, do verão carioca, do turismo, dos esportes, do futebol na areia, dos clubes praianos e dos postos de salvamento de Copacabana, na época em que os banhos de sol se introduziam no repertório dos divertimentos ao ar livre. Théo-Filho produziu sua contribuição à praia de banhos brasileira durante uma vasta inflexão na história dos costumes, quando mudavam os padrões sociais de apreciação da nudez dos corpos, da pele morena e do calor tropical.


terça-feira, 25 de julho de 2017

"Pitoresco aspecto da pedra da Itapuca..."

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“... e linda praia de Icaraí, o ponto preferido da sociedade de Niterói e dos turistas”. Itapuca era uma das predileções dos marinhistas, pintores e fotógrafos, desde o século XIX. 31 de outubro de 1936, p. 10. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 21 de julho de 2017

"Geladeiras e rádios"

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O novo hábito praiano do banho de sol repercutiu nos costumes de toda a sociedade, muito além do domínio das areias. A imagem sensual das mulheres jovens, em roupas cada vez mais curtas, servia já à publicidade de uma diversidade de produtos, cuja natureza nada tinha a ver com pernas de fora. 31 de outubro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 18 de julho de 2017

"O posto de gasolina..."

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“... da rua Siqueira Campos com Avenida Atlântica”. 31 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 14 de julho de 2017

"O busto do rei Alberto"

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A homenagem ao rei Alberto I foi erguida por subscrição de moradores de Copacabana empenhados em manter a memória da histórica visita ao Brasil realizada em 1920 pelo soberano belga. Durante a sua estada no Rio de Janeiro, ele compareceu todos os dias ao banho de mar do Posto VI, para alegria dos praianos. Agora o busto ganhava seu lugar definitivo, na Avenida Rainha Elizabeth (esposa de Alberto I). Leia DONADIO, P. “Bom mesmo é banho de mar”. In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 3, nº 34, jul. 2008. p. 79-83. Foto: 17 de outubro de 1936, p. 3. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 11 de julho de 2017

"Ligando Ipanema ao Leblon"

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Finalização das obras de construção da “ponte das Garças”, mais uma sobre o canal da Lagoa Rodrigo de Freitas, ligando as avenidas Epitácio Pessoa e Borges de Medeiros. 17 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

sexta-feira, 7 de julho de 2017

"Preparemos as praias para o verão que chega!"

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“Os trabalhos de reforma do asfalto da Avenida Atlântica, no posto 2 (...)”.17 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).

terça-feira, 4 de julho de 2017

"Será retirado o relógio da estação de bondes?"

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“O relógio da estação de bondes de Copacabana é o mais antigo relógio do bairro. O serviço que ele presta aos praianos é imenso. Por ele todos se orientam, todos acertam seus relógios e estão sempre dentro da hora...”. A velha máquina pedia aposentadoria à Light, empresa dos bondes. 10 de outubro de 1936, capa. (Acervo Fundação Biblioteca Nacional).